Este exame destina-se a fazer a avaliação do crescimento e bem-estar do feto, bem como reassegurar a sua normalidade, através de:

  • Medição da cabeça fetal, abdómen, fémur e estimativa do peso fetal;
  • Exame dos movimentos do feto;
  • Avaliação da localização e características morfológicas da placenta;
  • Avaliação da quantidade de líquido amniótico;
  • Avaliação do fluxo sanguíneo placentar e fetal, através do Doppler;
  • Deteção de anomalias de instalação tardia (como a hérnia diafragmática e hidronefrose).

O perfil biofísico fetal é um exame que avalia o bem-estar do feto a partir do terceiro trimestre da gestação, e que é capaz de avaliar os parâmetros e atividades do bebé, desde movimentos do corpo, movimentos de respiração, crescimento adequado, volume do líquido amniótico e batimentos cardíacos.

Os parâmetros avaliados são importantes, pois refletem o funcionamento do sistema nervoso do bebé e o seu estado de oxigenação, de forma que, caso identificado algum problema, seja possível realizar o tratamento o mais rápido possível, com o bebé ainda dentro do útero.

É um exame que avalia o bem-estar fetal, e costuma ser realizado mais para o final da gestação e tem como objetivo detetar a frequência cardíaca do feto e as contrações uterinas.

O exame monitora a frequência cardíaca fetal (também abreviada como FCF) durante um dado intervalo de tempo, normalmente por volta de 10 a 20 minutos.

Para a frequência cardíaca do bebê estar dentro da normalidade, muitas estruturas têm de estar funcionando perfeitamente — sistema nervoso central, sistema cardiovascular, reserva de oxigênio e por isso o exame consegue fazer uma avaliação ampla da vitalidade fetal.

É um dos recursos disponíveis para a avaliação da vitalidade fetal em gestações com risco de insuficiência placentária.

Atualmente a tecnologia Doppler está disponível na maioria dos equipamentos de ultrassonografia. Através desse recurso é possível detetar e quantificar a resistência ao fluxo sanguíneo em diferentes vasos fetais. Alterações da circulação uteroplacentária e algumas das suas repercussões na hemodinâmica fetal podem ser diagnosticadas pela diminuição ou pelo aumento da resistência ao fluxo sanguíneo em determinados vasos, sendo os mais frequentemente estudados: a artéria umbilical, a artéria cerebral média e o ducto venoso.

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